Resultado da promoção Kylie Minogue!

Foram dezenas de concorrentes, muita rasgação de seda com a diva e até resumos da carreira dela!

O que pedimos foi um comentário que falasse justamente desses 25 anos de carreira da Kylie, já que o prêmio é a coletânia comemorativa. E no fim, nossa equipe escolheu aquele que nos pareceu mais sincero, mais fã, sem muitos exageros. E ainda tinha uma conclusão generosa no fim:

“Consagrada como lenda do pop, Minogue demonstra cada dia mais o quanto é flexível, afinal ela compõe, canta, dança, produz e agora é premiada por interpretar. O orgulho que nós fãs temos de todo esse talento, de tudo que ela conquistou, de como ela fez seu nome estabilizar no mercado pop não pode ser medido, é imenso. O The Best Of é uma simbolização dos 25 anos de carreira dela, o que já o torna um cd especial, e ainda por cima autografado? O orgulho só aumentaria, porém não importa quem ganhe, se está aqui é porque é fã, e merece tanto quanto o resto de nós.”

Parabéns, Matheus Girardi. Entre em contato conosco por mensagem através da Fanpage, informando seus dados para envio e aguarde, que um pouquinho da Kylie está a caminho! Você tem cinco dias para fazer o contato.

E para quem não ganhou desta vez, continue ligado, que sempre teremos promoções e eventos incríveis!

Louboutin: o dono do vermelho?

Daí a grife Yves St. Laurent resolveu vender alguns sapatos de sola vermelha em suas lojas. Christian Louboutin não gostou.

Se no começo do milênio o nome para sapatos era Manolo Blahnik, graças às desventuras de Carrie Bradshaw, na virada da década é Christian Louboutin quem está nos pés de todas as celebridades, de Kylie Minogue em shows e clipes à Christina Aguilera no tenebroso Burlesque, passando pela própria Carrie Bradshaw no último filme de Sex and the City e até mesmo a boneca Barbie, que tem uma linha de sapatos especialmente desenhados para ela pelo designer. Isso pra não falar daquela sua vizinha que compra sapato na Di Santinni e pinta a sola de vermelho, né?

Enfim, acreditando que a grife YSL está se aproveitando do reconhecimento de marca das solas vermelhas, Louboutin está processando a companhia, exigindo que todos os sapatos de sola vermelha sejam retirados das lojas YSL. A grife, porém, rebateu que solados vermelhos eram usados pela corte francesa no reinado de Luís XIV, Dorothy os usou em 1939 e que o próprio Yves Saint Laurent já fazia sapatos assim nos 70.

A primeira decisão sobre o caso favoreceu a YSL, pois vermelho é uma cor e seria desafiar o senso comum estipular que ela é uma marca. Mas como foi Louboutin quem criou o conceito da sola vermelha, com sua estudada campanha de marketing (celebridades nas revistas certas com sapatos emprestados, produtos limitados que se esgotam rapidamente, etc…), coube o apelo e parece que tão cedo a história não vai terminar.
E aí, gente? O que vocês acham? Alguém quer ser dono do amarelo?

 

Everything is Beautiful!

A maioria dos brasileiros, como eu, conheceu Kylie Minogue em 2001, quando estourou o hit Can’t Get You Out Of My Head (La, la, la…). Para mim, o clipe minimalista em branco, preto e vermelho representou um impacto visual até então desconhecido no mundo POP. Assim como a coreografia com traços de dança moderna e um tanto de surreal.

No auge do hit a Directv exibiu o show Live in Sydney e então fui fisgado pelo espetáculo de referências ao mundo pop/retrô e a latente pinta gay. Ainda lembro do momento em que me surpreendi ao perceber que dois bailarinos formavam um par entre outros “pares héteros”, o que fez com que Kylie se destacasse, pra mim, como diva-gay-descarada-e-não-sugerida. Isso no início dos anos 2000. Mas o que foi mesmo arrebatador nesse show foi a coreografia de Light Years (CD título da tour)

Algo que só foi superado sexta passada em uma das sessões 3D da última tour da cantora, Les Folies, do CD Aphrodite. A coreografia de In My Arms simula um recife de corais onde os bailarinos se tornam um organismo vivo único. Algo que coroa a beleza do espetáculo que homenageia o belo e o amor, como se poderia esperar do título do CD.

Acho que não preciso dizer que no dia 08 de novembro de 2008 eu estava em São Paulo assistindo ao show da tour X e posso dizer, como muitos, que virei devoto. E apesar de não ter vindo toda a parafernália do show, em nada a minha experiência foi menor. Participar daquela multidão, majoritariamente gay, se esgoelando junto com ela ao som de quase todas as músicas do repertório foi uma experiência única. E que faço votos que se repita, mesmo que desfalcada, nesse ano ou no próximo! Porque se eu já fico satisfeito de ter tido a experiência audiovisual do show através do 3D, que em muito ajudou na boa percepção do Mise-en-scène, imagino ao vivo! Mas não, certos detalhes não seriam profundamente captados no calor da emoção de estar diante da diva.