“Odeio o dia dos namorados” …e a Débora!

heloisa-perisse-e-marcelo-saback-em-cena-do-filme-odeio-o-dia-dos-namoradosNessa semana estreou nos cinemas brasileiros mais uma comédia para o seu catálogo. Estamos falando de “Odeio o Dia dos Namorados”, do diretor Roberto Santucci, que graças ao dia de ontem foi o filme escolhido para lançar a coluna de cinema do site. Com vocês, A bonequinha viu…

O filme segue o filão, como “De Pernas para o Ar” e “Até que a Sorte nos Separe”, do mesmo diretor.  É a história de uma publicitária que optou por investir na carreira profissional ao invés da vida amorosa, e agora precisa trabalhar em uma campanha para o ex-namorado, com quem terminou de maneira muito desastrosa. Com a ajuda do seu amigo, já morto, ele fará com que ela repense algumas decisões e preste mais atenção ao que os outros acham dela.

O filme tem elementos para agradar ao público, já que seu lançamento vem de encontro ao 12 de junho, e possui algumas histórias bem cômicas. Infelizmente, isso não se deve à atuação da protagonista Débora (Heloísa Perissé). No longa quem rouba mesmo a cena é o amigo dela, Gilberto (Marcelo Saback). Não é exagero nenhum dizer que ele é a salvação do filme. Apesar do personagem ser bem escrachado, o ator se destaca na maioria das cenas de humor.

As frases e bordões ditos pelo personagem de Marcelo Saback salvam o filme do desastre eminente

As frases e bordões ditos pelo personagem de Marcelo Saback salvam o filme do desastre iminente.

Não estranhe também se acaso tiver aquela sensação de déjà vu, eu mesmo tive. Além do título nada original, o filme lembra muito a história de “Um Conto de Natal” e, tal qual, o que se aprende é a refletir sobre nossas atitudes.

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No mais, o filme é uma opção do tipo “não tenho nada para hoje, vou assistir esse mesmo”. Cheio de clichês, bordões, um pouco do sempre bom humor brasileiro e uma performance um tanto quanto… exótica, de “Ai, se eu te pego”.

E como a bonequinha ficou? Atônita e pensando: Ainda bem que esse ingresso quem me deu foi o Governo do Estado!

O filme já está em cartaz na maioria dos cinemas brasileiros.

Confira o trailer:

Aqüenda, bee! “A volta das que não foram” vem aí!

Pelas unhas de Santa Cher, é como se misturassem Sex and the City e RuPaul’s Drag Race!

Imaginem uma comédia reunindo as principais drags caricatas do Rio? Babado, gritaria e confusão! Assim é “A volta das que não foram“, estrelado pelo quarteto Samara Rios, Karina Karão, Fabyolla Nitchelly e Desiree Cher. Catem:

Apenax imperdível, néam?!

O lançamento será no dia 02 de Julho, no célebre Cine Odeon. Você podem se informar mais sobre o evento no Facebook.

O filme tem o apoio do blog Aqüendando, que joga luz sobre esse grupo tão significativo de artistas, as Drag Queens.

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Fomos Tão Jovens

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Ao primeiro acorde de Tempo Perdido, todos os pêlos do meu corpo se arrepiaram. Quando Thiago Mendonça entoou a primeira nota, foi a minha derradeira rendição à um velho amor que vinha controlado no coração: Renato Russo.

O filme Somos Tão Jovens, conta não só a história de Renato e da formação da Legião Urbana, mas também conta a história das bandas de Brasília surgidas naquela época. Na época de Ditadura Militar, surgidas do coração da besta. O jovem revoltado e sonhador, o Júnior, é apenas uma desculpa pra mostrar a cultura incrível que surgiu no nosso país no final dos anos de 1970 e começo dos anos de 1980. A revolução musical que o Brasil assistiu, quis calar e com o tempo platonizou, como se não quisesse que algo parecido acontecesse de novo.

A história tem muita realidade embora alguns momentos tenham sido romanceados, a personagem Ana Cláudia, por exemplo, é uma síntese de várias amigas de Renato Russo, o que não diminui a beleza do filme. E é claro que as comparações são quase inevitáveis: o filme vai na mesma linha de O Tempo Não Pára, a biografia de Cazuza? Não. Enquanto o filme do poeta carioca é pesado, denso, real, o do Trovador Solitário é um pouco menos pesado (por incrível que pareça), mais juvenil, mais esperançoso, a morte e a doença não são citadas em momento algum. Renato vive. 

Entre as primeiras criações de Renato, a formação e dissolução do Aborto Elétrico, podemos ver figuras conhecidas como toda a banda Capital Inicial (surgida da dissolução do Aborto) e o vocalista dos Paralamas do Sucesso, Herbert Vianna. Quem for fã, vai derramar uma lágrima, por mais que no final ache que o filme deixa a desejar. Quem é crítico vai refletir. Quem é brasileiro, deveria pensar. Acredito que ainda não temos ídolos como foi Renato Russo na música brasileira, acredito que o que nos falta hoje é aquela revolta, aquelas calças e camisas rasgadas. Acredito que o que nos falta é ser mais uma geração coca-cola e menos uma geração dolly.

Isso não foi uma crítica, eu não seria capaz de escrever uma crítica estruturada sobre esse filme, pelo menos não agora. O que espero daqui por diante é uma sequência, o resto da vida… A não ser que a ideia tenha sido deixar Renato vivo, se essa foi a ideia, ela foi cumprida. Eles viveram, e eram tão jovens… E nós? Somos? Acho que envelhecemos, mas já fomos tão jovens.

SerieAllAddicted: Temporada 2013/14 – O cinema migra para a TV!

Elenco de Parenthood. No Brasil é exibida pelo Discovery Home & Health.

Elenco de Parenthood. No Brasil é exibida pelo Discovery Home & Health.

Em 2010 a TV Americana despedia-se de algumas de suas séries séries de maior sucesso como Heroes e Lost. Precisando de novas séries de sucesso, as produtoras resolveram apostar em versões televisivas de filmes de sucesso do passado. Nesta leva saíram Parenthood (baseada no filme homônimo de 1989), Nikita (inspirada em La Femme Nikita, de 1990) e Teen Wolf (baseado no filme homônimo de 1985).

Três anos depois e as produtoras apostam na mesma receita que fez sucesso em temporadas passadas. Mas será mesmo que tudo que funciona no cinema conseguirá sobreviver na TV?

O SerieAllAddicted desta semana apresenta alguns dos filmes que viraram ou podem virar séries para a próxima temporada.

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