# Reprodução: Blog Somos Todos Neuróticos“ parceiria Os entendidos
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Nesta segunda, dia 30, a cantora Katy Perry esteve no Rio de Janeiro, na maratona de lançamento de seu documentário Katy Perry – Part of Me. Estivemos lá conferindo e foi um dia cheio, com a coletiva de imprensa seguida de entrevistas para TV, encontros com os fãs que gritavam desde a madrugada na porta do hotel, sessão de fotos e, por fim, a premiére do filme!
O documentário mostra a trajetória de Katy, de cantora gospel a fenômeno pop, entre números musicais da California Dreams Tour, prêmios, eventos, casamento e separação. Tudo permeado pelo tema principal do filme, definido pela própria Katy: a superação. A mensagem é batida. Acredite nos seus sonhos. Mas no caso de Katy, ela se aplica perfeitamente.
Ela se liberta de um ambiente familiar muito fechado, por causa da religião, e descobre as festas, cores, os sons e os sabores de uma Los Angeles que não pára… enquanto tenta convencer as gravadoras do seu talento. Por um momento, parece que tudo vai dar errado, mas vem uma nova superação e Katy consegue se lançar como queria. Vem o sucesso, o sonho realizado e até um amor… que não resiste ao frenesi dos holofotes. Mas o show tem que continuar.
Detalhes da coletiva, fotos exclusivas e as opiniões de Katy sobre gays e religião, além de um concurso incrível, depois do pulo!
Pense em uma peça moderna, masculina que não seja alfaiataria e que contribua para uma imagem elegante e cool ao mesmo tempo. A skinny cumpre esse papel. Por muito tempo comprada na seção feminina ou roubada da irmã, o jeans skinny ganha cada vez mais destaque na moda masculina. Preferência unanime dos fashionistas mais esbeltos, o skinny é defendido por Kate Moss ao afirmar que, “Nenhuma comida é tão gostosa quanto a sensação de usar uma calça skinny”. No guarda roupa cool masculino essa calça é geralmente preta. Ótima sugestão, peça atemporal e inserida por rockeiros, fashionistas e casuais nas mais diferentes ocasiões. Bendita seja a calça skinny de todo dia, fala sério!
A roupa preta, culturalmente, associada ao luto tornou-se símbolo de elegância e poder no vestuário. Apesar dos diversos usos, há sempre no preto, uma característica de austeridade e mistério. Símbolo de elegância proposto por Chanel, o pretinho básico, peça fundamental, no guarda-roupa feminino contribuiu para tirar o preto do luto e criar desejo em torno da cor. A cor preta é muitas vezes utilizado para uma construção de uma imagem andrógena, tão em voga atualmente, porém, encarado por poucos.
Faltava, até então, uma peça masculina que cumprisse com tanto conforto esse lugar de pretinho básico no universo masculino. Unissex, da irmã ou não, inspire-se para melhor utilizar sua velha skinny!
Quando Christopher Nolan anunciou seu reboot de um dos personagens mais aclamados dos quadrinhos, o Batman, ninguém nunca imaginou que ele fosse redefinir todo o gênero dos filmes de super-heróis já feitos.
Em Batman Begins, o diretor criou com alguns flashes que a principio pareceram confusos, uma nova origem para Bruce Wayne, onde o vimos como uma criança. Um homem isolado por 7 anos treinando com uma liga secreta de Ninjas, conhecida como Liga das Sombras, voltando a Gotham para derrotar o primeiro de seus inimigos a ir para o famoso Asilo Arkham, o Espantalho. O primeiro filme da trilogia fez um sucesso moderado na época de seu lançamento, fazendo o ator Christian Bale ganhar mais destaque do que jamais tivera em toda a sua carreira no papel principal.
Em 2008, a carta na manga de Nolan, com a desculpa do eufemismo, foi lançada. O Cavaleiro das Trevas, apresentando o maior inimigo de Batman, o maior de todos os vilões dos quadrinhos, a melhor adaptação de todos os tempos do Coringa. Interpretado por Heath Ledger, o personagem se tornou o mais cultuado do universo DC. Ledger que morreu, dizem, por ter perdido completamente a cabeça após permanecer meses trancado num quarto de hotel para “encarnar” o Coringa, foi o melhor – e provavelmente será para sempre – vilão que o Morcego já enfrentou, fazendo até muita gente esquecer que nesse mesmo filme outro famoso inimigo foi apresentado: Harvey “Duas-Caras” Dent, que é o gancho do segundo para o terceiro filme.
Finalmente, após o trágico massacre do Colorado e uma semana a mais de espera, posso dizer o que foi Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Como já disse, toda a trilogia foi uma redefinição dos heróis no cinema, e a partir de agora Nolan se torna o Stan Lee, o Alan Moore, da sétima arte.
São 2h45 minutos de filme em que você fica tenso, do começo ao fim. Algumas coisas incomodam aos mais familiarizados com a história do Batman nos quadrinhos, mas elas são aliviadas no decorrer do filme e após sua exibição, quando a cabeça fica a mil e você se pergunta: o que vem em seguida? Com atuações impecáveis de Bale e do melhor Comissário Gordon já feito, interpretado por Gary Oldman, o destaque dessa versão vai para a Mulher Gato, a belíssima Anne Hathaway. O filme nos mantém na dúvida se gostamos ou não durante suas quase três horas, mas é no final que a maioria leva um susto e tem alguma certeza, se sim ou se não.
De forma geral, sem entregar a trama do filme, em minha opinião O Cavaleiro das Trevas Ressurge, e toda a trilogia de Nolan está no topo dos filmes de super-herói. A essência do Batman dos quadrinhos foi transferida com maestria para as telas, com alguns adicionais. Vimos o Coringa, o Espantalho, o Duas-Caras, a Mulher Gato e Bane. Ainda que o segundo filme da franquia continue sendo o melhor, talvez pela presença essencial de Heath Ledger que se entregou e se tornou o Coringa, ou pelo clima de que há algo apenas começando, O Cavaleiro das Trevas Ressurge mostrou a que veio, tornando a trilogia de Nolan algo a ser assistido pelas próximas gerações. Ano que vem teremos outro reboot, agora com Superman: O Homem de Aço, dirigido por Zack Snyder e produzido por Christopher Nolan. O trailer foi lançado junto de Batman e mostra um Clark Kent um pouco diferente do que conhecemos, com uma versão narrada pela voz de Jonathan Kent e outra pela voz de Jor-El falando sobre o destino do último filho de Krypton.
O futuro dos filmes da DC tem um horizonte: a Liga da Justiça em 2015, como foi declarado na Comic-Con desse ano. Até lá mais alguns heróis serão vividos nas telas, enquanto que o destino do Homem-Morcego nos parece incerto, Christian Bale já declarou que gostaria de reprisar o papel de Batman na Liga da Justiça. O que vem em seguida ainda soa como misterioso, mas aguardamos algumas adaptações para outros heróis da Liga. E se Christopher Nolan estiver envolvido com eles, tanto melhor.