Projeto evangélico quer legalizar “cura gay”. E burrice, Jesus? Tem cura?

É incrível como o disco não muda! Em nosso “estado laico”, é uma vergonha que uma bancada evangélica exista de forma assumida, denunciando a farsa triste da nossa política. E agora, até no Conselho Federal de Psicologia eles querem se meter!

Um projeto de decreto no legislativo quer sustar dois artigos instituídos em 1999 que tratam a homossexualidade como transtorno. Segundo o autor do projeto e líder da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos (PSDB – GO), o conselho “extrapolou seu poder regulamentar” ao “restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional”.

Eu poderia escrever horas e horas sobre o direito de cada um de defender o que acha certo, sobre a tristeza que é ver dogmas e conceitos pseudo-morais sendo usados para manobra política ou simplesmente sobre maluquice… mas quero falar só da burrice mesmo.

Sim, por que acusar um conselho de EXTRAPOLAR seu poder é muito engraçado, não? Quem é essa pessoa para questionar decisões médicas? E onde que os poderes dessa pessoa abarcam esse tipo de questão?

Estamos em guerra. Embora a comunidade gay não tenha articulação política o bastante para se unir em luta (pelo menos ainda), aos poucos estamos conquistando mais e mais espaço, o que naturalmente faz com que aqueles que lutam contra a liberdade fiquem mais radicais. Jesus, coitado, tem péssimos relações públicas! A religião, que deve existir para oferecer conforto, está sendo usada para disfarçar a perversidade. Não são dogmas e conceitos cristãos que pregam a intolerância e perseguição insana à felicidade alheia. É o uso da religião como estandarte de batalha, como escudo para vociferar machismo, burrice e fascismo.

Até quando viveremos sob essa ameaça? Quantos mais vão morrer ou abortar a própria felicidade para que outros continuem usando uma moral duvidosa em busca fanática de dinheiro e poder?

É muita burrice mesmo. Burrice de gente que não sabe nem ler, mas vota em pessoas por motivos errados sem perceber as intenções obscuras de quem se esconde atrás de uma Bíblia. Burrice de uma comunidade que se preocupa mais com o último botóx da Madonna do que com a “caça às bruxas” de que é vítima. Burrice de quem sequer consegue entender a palavra escrita!

Sim, por que já é ridículo que em pleno século XXI alguém ainda paute sua vida pelo que lê num livro contraditório e antigo, escrito por um povo distante e pouco civilizado. Mas já que a proposta é seguir o que teria sido dito por um suposto messias, então esse povo precisa urgentemente de umas aulinhas de interpretação de texto!

Oscar 2012 – The Artist (O artista) Vencedor

   Numa cerimônia estranha e lenta, com pouca comédia  o Oscar dominou a noite do dia 26/27 de fevereiro de 2012 e é TT no Twitter hoje (27).

       Os pontos positivos da noite foram os depoimentos entre os intervalos. Conseguiram até Barbra Streisend para falar e a lista de vencedores que até que foi interessante. Alguns dos pontos negativos foram: Não entendi porque mais uma vez homenagearam a Elizabeth Taylor, pois fizeram isso ano passado no “in memorian” . O prêmio de melhor canção foi estranho com dois indicados apenas, não entendi mesmo. E a piadinha do Billy Crystal sobre os franceses poderia ficar de fora.  Cirque du solei se apresentou e realmente achei bem simples e meio cafona, mas talvez seja por causa do pouco espaço que pareciam ter.

       Aqui a lista de ganhadores só pra constar caso você ainda não saiba nada do Oscar:

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Kate Moss – Bad Kate, Good Kate (W Magazine Março)

      Kate Moss posou baphônica, satanista e angelical para a lente de Steven Klein na W Magazine. Vai brincando com a Moss que já já te pega de jeito. A revista W ainda disponibiliza duas capas para compra intituladas: Bad Kate, Good Kate. Fabuloso este ensaio onde se brinca com elementos simbólicos relacionado a religião, anjos e demônios.  Belo uso do branco e preto (falo das cores das roupas) que brinca com o óbvio sem ser óbvio. Dê uma olhada e avalie:

É tudo brincadeira até que deixa de ser! Por que GLEE é um seriado fundamental?

O mais recente episódio de Glee, On My Way, exibido nos Estados Unidos nesta terça, dia 21, fez todo mundo lembrar do porque a série estourou e de como ela é importante. Na verdade, fundamental.

Eu vou tentar omitir os ganchos para o retorno da série em Abril, mas seria impossível falar das coisas que aconteceram para justificar esse texto sem algum tipo de spoiler, então se você ainda não viu o episódio e não quer saber de nada, é só caçar outra coisa no site. Mas, caso não se importe ou já tenha assistido… Continuar lendo