O clube do Bilhão – Harry Potter e as relíquias da morte (parte 2)

   

    Como já é sabido por esses dias atrás o último Harry Potter passou a barreira de um bilhão de dólares entrando para um seleto grupo que conseguiram alcançar tal feito. A nova moda nos EUA é tentar alcançar tal marca que talvez hoje em dia não seja tão impossível ou melhor que talvez a partir de agora comece a não ficar tão mais difícil. Há uma aposta de que o próximo Batman chegue a 1bilhão e 500 milhões (e desejando que seja a 2bilhões. Há potencial. Avatar conseguiu). Bom, segue a lista do Clube do Milhão (por ordem de existência):

1- Titanic – 1,8 bi

2-O senhor dos Anéis- o retorno do rei- 1,11 bi

3- Piratas do caribe 2 -1,06 bi

4-Avatar -2,7 bi

5-Batman o cavaleiro das trevas – 1bi

6-Alice no país das maravilhas de Tim Burton – 1,02 bi

7- Toy Story 3- 1,06 bi

8- Piratas do caribe 4- 1,03 bi

          Conclui-se que a Disney está saltitante por ter 4 dos seus filmes nessa posição: Alice, Toy Story e os Piratas, e que por ter conseguido dois bilhões  e ainda ter outro filme na casa do bi James Cameron pode fazer o que quiser, assim como Christopher Nolan e Tim Burton.

Katy Perry e Smurfete (premiere The Smurfs -movie)

   

     (na foto com Sofia Vergara)

      Katy Perry praticamente se vestiu à carater para ir à pré-estreia do filme “Os Smurfs – 3D” na noite deste domingo (24), em Nova York. Ela também ficou loira na última semana usou  um vestido bem curtinho com uma aplicação – em paetês – da personagem Smurfete. Ela dubla este papel na animação. O tapete vermelho foi substituído por um azul em alusão aos personagens. A sessão aconteceu no Ziegfeld Theater, em Nova York. Ao chegar, Katy posou para as fotos com os personagens Smurfete e Papai Smurf. Veja as fotos:

O filme  entra em cartaz no Brasil a partir do dia 12 de agosto e com certeza fará sucesso aqui no Brasil, podendo quebrar recordes.

Amy Winehouse, uma diva das antigas…

Quem é uma diva? Antigamente, as divas eram cantoras singulares como Maria Callas, sofridas como Edith Piaf e Billie Holiday, com histórias trágicas cantadas com emoção, como fazia Judy Garland no auge do alcoolismo.

A relação com gays é simbiótica. Na figura da mulher que sofre, da estrela que cai e que é consumida pelo sucesso ou por demônios interiores, homossexuais de todos os gêneros encontram um espelho. Um canal para expurgar as próprias dores, devolvendo à essas mulheres o amor que elas pareciam buscar. Hoje em dia, é um pouco mais fácil. Ninguém precisa morrer para ser chamada de Diva, basta dançar seminua com um ventilador nos cabelos. A identificação continua, e que bom que os gays menos reprimidos de hoje não precisam da dor para se espelhar, mas talvez a palavra esteja vulgarizada.

Amy Winehouse, 27 anos, estourou com sua estética vintage, voz poderosa e música pungente. Fosse com lágrimas se secando sozinhas, a recusa de ir para a reabilitação ou avisando que não era boazinha, suas canções revisitavam os temas eternos das verdadeiras divas. Nada de dançar até o mundo acabar. Com Amy, se morria cem vezes.
No nosso mundinho, tantas vezes anestesiado pelos finais felizes do cinema, acho que todo mundo pensava que Amy podia dar a volta por cima, até hoje, quando a notícia da sua morte varre o mundo.

Vai começar o ato final. A cerimônia de morte que nosso mundo pop sempre repete. A artista maldita, motivo de riso e pena por cair bêbada demais para cantar ao vivo, será incensada em livros e revistas. As vendas de seus CDs e DVDs vão estourar, sua porta será coberta de flores e suas canções tocarão à exaustão. É assim que o “monstro da fama” cantado por outra neo-diva consome seus artistas em sacrifício. É no espetáculo da queda que o sucesso se mede, e quando finalmente a morte chega, o mesmo público que ria ao apontar dedos, tem sua redenção na comoção da perda. É um circo.

No fim das contas, todo mundo sabia que ia ser assim. O que tínhamos era esperança. Mas no fim, Amy se manteve fiel a seu estilo. Morreu jovem, no ápice de uma jornada auto-destrutiva, onde as dores profundas terminaram por consumir o todo. Eles tentaram fazê-la ir pra reabilitação, mas ela disse no, no, no… Morreu uma verdadeira diva.

O amor de Gaga por Britney Spears

   

   Lady Gaga participou  do programa do radialista Howard Stern. Na entrevista Howard perguntou para Gaga sobre ela ter escrito músicas para Britney antes de seu nome estourar no mundo, porém Britney recusou a maioria na época.

“Sim, escrevi algumas músicas para Britney. Uma das que eu escrevi e que ela lançou foi ‘Quicksand’, e também escrevi ‘Telephone’, que ela chegou a gravar em estúdio mas não lançou em seu CD”

     Howard questionou se incomodaria dela ver Britney ou outros cantores cantando músicas que foram escritas por ela, e Gaga atirou:

“Claro que não, Britney Spears cantando minhas músicas, você está brincando comigo? Eu dei piruetas e tomei alguns drinks.”

      O radialista insistiu e perguntou novamente se ela nunca sentiu certa raiva, ao ponto de pensar em algo como “Eu não quero a Britney Spears cantando minhas músicas, eu que quero a fama por aquilo, foi minha composição”, e Gaga foi enfática terminando o assunto:

“Mas porquê? É a Britney Spears!”

Simpática , não?

#LOVELLY